1. Um termo por página
Uma página, um assunto. Quando duas páginas do mesmo site disputam o mesmo termo, elas competem entre si e o Google escolhe uma das duas, quase sempre a que você não queria.
Aparecer no Google depende de a página deixar claro qual termo ela disputa. Informe o endereço e a palavra-chave: mostramos onde o termo já aparece, o que falta e os textos prontos para colar.
Informe a página exata que deve ranquear, não só o domínio. A análise leva alguns segundos e lê apenas o que já está publicado.
Abrindo a página...
Estes são os dez lugares que o Google lê primeiro para decidir do que a página trata. Verde é o termo presente, amarelo é presença parcial ou em variação, vermelho é ausência.
Do que mais muda o resultado para o que menos muda. Fazer os três primeiros já cobre a maior parte do ganho possível nesta página.
Textos montados a partir do que a página já diz, com a palavra-chave no lugar certo e no tamanho que o Google exibe. Leia antes de publicar: quem conhece o negócio é você.
À esquerda, o que o Google mostra hoje. À direita, como ficaria com o texto sugerido. Em negrito, o termo que a pessoa digitou.
Quem procura por um termo também procura preço, prazo e como funciona. Cada pergunta respondida na página cobre buscas de cauda longa e é o tipo de trecho que a IA cita ao resumir o assunto.
As expressões mais repetidas no conteúdo. Se a palavra-chave que você quer disputar não estiver entre elas, a página está falando de outra coisa.
| Expressão encontrada | Vezes | Densidade | Está no título? |
|---|
Todas as checagens feitas nesta página, agrupadas por assunto. Clique para abrir o detalhe de cada uma.
A ordem importa: mexer no texto antes de resolver o básico é trabalho jogado fora.
Uma página, um assunto. Quando duas páginas do mesmo site disputam o mesmo termo, elas competem entre si e o Google escolhe uma das duas, quase sempre a que você não queria.
Antes do texto, o básico: sem noindex, com canonical apontando para ela mesma e servida por HTTPS. Página bloqueada não disputa posição nenhuma, por melhor que seja o conteúdo.
Título, H1, primeiro parágrafo e endereço. São os quatro lugares que o buscador lê primeiro e onde a ausência do termo custa mais caro.
Preço, prazo, como funciona, o que está incluso. Conteúdo que responde de verdade cobre dezenas de buscas parecidas e é o que a IA cita quando resume o tema.
Repetir a expressão a cada parágrafo não sobe posição desde 2011: soa artificial e afasta o leitor. Use sinônimos, variações regionais e o vocabulário do seu cliente.
Aponte links de outras páginas para ela, usando o termo como texto do link. Página isolada recebe pouca autoridade interna e é rastreada com menos frequência.
Tudo sai da própria página, no momento da consulta. Não usamos volume de busca nem estimativa de concorrência: número inventado é pior que número nenhum.
Título, meta description, H1, subtítulos, endereço, primeiros parágrafos, corpo do texto, alt das imagens, texto dos links e dados estruturados.
Quantas vezes o termo aparece, a densidade no conteúdo, o alerta de repetição excessiva, o volume de texto e as variações usadas. Medido no conteúdo, sem contar menu e rodapé.
noindex, canonical apontando para outra página, redirecionamentos, HTTPS e idioma declarado. É o que impede a página de competir, mesmo bem escrita.
Não existe número oficial. O Google nunca publicou densidade ideal e trata repetição forçada como sinal negativo desde 2011. Aqui usamos a faixa de 0,3% a 2,5% como referência de texto natural: acima disso a leitura começa a soar artificial. O critério final é simples, leia o parágrafo em voz alta e veja se soa estranho.
Pode, desde que sejam variações do mesmo assunto. "Conserto de notebook" e "manutenção de notebook" convivem bem na mesma página. Termos de assuntos diferentes pedem páginas diferentes: forçar dois assuntos em uma página deixa os dois fracos e ainda confunde quem chega pela busca.
Só em página nova. Em página que já recebe visitas, trocar o endereço exige redirecionamento 301, quebra links antigos e costuma custar mais do que rende. O ganho de ter o termo na URL é real, mas pequeno perto do risco de perder o histórico.
Depende do quanto o Google rastreia o seu site. Em sites ativos, o novo título costuma aparecer em dias; mudança de posição leva de algumas semanas a alguns meses. Publicar e pedir a indexação no Search Console encurta a primeira parte, não a segunda.
Não. A nota mede o que dá para conferir dentro da página. A posição depende também de autoridade do domínio, links recebidos, concorrência do termo e histórico do site, que nenhuma ferramenta lê olhando só o HTML. Uma página bem otimizada compete; quem decide o resultado é a comparação com as outras.
Não. A consulta é somente leitura, igual à visita de qualquer navegador: abrimos o endereço informado, lemos o HTML publicado e devolvemos o diagnóstico. As sugestões de texto ficam com você, para aplicar no painel ou no código quando concordar com elas.
A ferramenta mostra o que falta em uma página. Escolher quais termos valem a pena, distribuí-los entre as páginas e sustentar o trabalho mês a mês é o que fazemos na SEO Upsite.
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