Acelera a descoberta
Página nova sem link interno pode demorar semanas para ser encontrada. No sitemap, ela entra na fila de rastreamento no mesmo dia em que o arquivo é lido.
Confira se o seu sitemap está sendo aceito pelo Google, com teste real das URLs listadas, ou monte um arquivo novo a partir das páginas que o seu site tem hoje.
Procuramos pelo robots.txt e pelos endereços padrão, abrimos o arquivo e testamos uma amostra das páginas listadas.
Clique em cada item para ver o detalhe e o que fazer.
Sorteamos URLs ao longo da lista e pedimos cada uma ao servidor, como o Google faria.
| Página | Status | robots.txt |
|---|
Informe o endereço do site. Vamos percorrer as páginas internas, respeitando o seu robots.txt, e montar a lista com a data real de alteração de cada uma. Você revisa antes de baixar.
Rastreamos até 150 páginas por vez. Sites maiores precisam de um sitemap gerado pelo próprio sistema.
Preparando o rastreamento...
Desmarque o que não deve entrar no sitemap e ajuste a data quando quiser. O XML é atualizado na hora.
| Incluir | Página | Última alteração |
|---|
Publique como sitemap.xml na raiz do site, declare no robots.txt com a linha Sitemap: https://seusite.com.br/sitemap.xml e envie o endereço no Google Search Console.
Ele é a lista oficial de páginas que você quer ver na busca. Não é garantia de indexação: é atalho de descoberta.
Página nova sem link interno pode demorar semanas para ser encontrada. No sitemap, ela entra na fila de rastreamento no mesmo dia em que o arquivo é lido.
A tag lastmod diz ao Google quais páginas foram alteradas desde a última visita. Bem preenchida, ela economiza rastreamento e faz o conteúdo atualizado voltar mais rápido para a busca.
Listar apenas a versão final de cada página, sem parâmetro, sem âncora e sem redirecionamento, é um sinal claro de qual URL você quer que apareça na busca.
Cada um deles aparece com o número exato de URLs afetadas.
Página morta no sitemap desperdiça rastreamento e derruba a confiança no arquivo. Testamos uma amostra real, e não apenas o texto do XML.
URL que está no sitemap e bloqueada no robots.txt gera aviso no Search Console: um arquivo pede indexação e o outro proíbe a leitura.
Formato fora do padrão ISO faz o Google descartar o campo. Data no futuro faz ele desconfiar de todas as outras e ignorar o lastmod do site inteiro.
Publique o arquivo na raiz do site, como seusite.com.br/sitemap.xml, e declare a linha Sitemap no robots.txt. Depois envie o endereço pelo Google Search Console, no menu Sitemaps. O Bing e os buscadores com IA leem a mesma declaração do robots.txt, sem precisar de cadastro.
Não. O Google confirmou que ignora as duas tags, e elas só aumentam o tamanho do arquivo. A única que ele usa é a lastmod, e apenas quando é consistente com as alterações reais do conteúdo. Por isso o gerador deixa as duas desligadas.
Até 50 mil URLs e 50 MB por arquivo, descompactado. Passando disso, divida em vários sitemaps e crie um índice apontando para todos. Sites grandes costumam separar por tipo de conteúdo: páginas, posts, produtos e categorias.
Endereços com parâmetro (?), arquivos que não são páginas (PDF, imagem, CSS), subdomínios, tudo que o seu robots.txt bloqueia e as páginas que respondem com erro. Páginas com noindex e com canônica apontando para outra URL aparecem na lista, marcadas e já desmarcadas, para você decidir.
Sempre que publicar, remover ou alterar páginas de forma relevante. Em site que muda toda semana, o ideal é que o próprio sistema gere o sitemap automaticamente. Um sitemap parado há meses avisa ao Google que não vale a pena voltar com frequência.
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