SEO on-page: checklist de otimização
Os 20 itens que transformam uma página comum em uma página que o Google entende e prioriza.
Escolher a palavra-chave errada é o erro mais caro do SEO: você produz conteúdo, investe tempo e atrai visitantes que nunca virariam clientes. Veja como acertar desde o começo.
Palavra-chave é qualquer termo que alguém digita na busca. Pesquisa de palavras-chave é o trabalho de descobrir quais desses termos o seu público usa, o que ele espera encontrar e quais deles a sua empresa tem chance real de disputar. É a etapa que define o retorno de todo o resto.
Volume alto atrai, mas nem sempre converte. Antes de olhar qualquer número, classifique o termo pela intenção por trás dele:
| Intenção | O que a pessoa quer | Exemplo |
|---|---|---|
| Informacional | Aprender algo | o que é seo |
| Navegacional | Chegar a um site específico | search console login |
| Comercial | Comparar antes de decidir | melhor agência de seo |
| Transacional | Contratar ou comprar agora | agência de seo em são paulo |
Conteúdo de blog atende bem termos informacionais e comerciais. Páginas de serviço e produto devem mirar os transacionais. Inverter isso é a razão de muitos blogs receberem visitas e nenhum contato.
Você não precisa de ferramenta paga para começar. As fontes gratuitas mais produtivas:
Termos genéricos como marketing digital são disputados por empresas com anos de autoridade acumulada. Já os termos de cauda longa - mais específicos, com três palavras ou mais - têm menos volume, mas três vantagens decisivas:
Compare: notebook traz curiosos; assistência técnica de notebook em Piracicaba traz alguém com um aparelho quebrado na mão. O segundo termo vale mais para o negócio, mesmo com uma fração do volume.
Antes de escolher, olhe três dimensões:
Busque o termo e observe o que o Google já ranqueia. Se a primeira página está tomada por lojas, ele é transacional. Se está tomada por tutoriais, ele é informacional. Produzir o formato errado praticamente elimina a chance de ranquear, por melhor que seja o texto.
Depois de levantar os termos, agrupe-os por proximidade semântica. Palavras que representam a mesma intenção pertencem à mesma página, com uma delas como principal e as demais como variações dentro do texto.
Esse mapeamento evita o problema de canibalização: duas ou mais páginas do mesmo site disputando o mesmo termo, dividindo sinais e enfraquecendo ambas. Quando isso acontece, o caminho é consolidar o conteúdo em uma página forte e redirecionar as demais.
Uma planilha simples resolve: coluna de termo principal, variações, intenção, página de destino e status. É esse documento que orienta a produção de conteúdo pelos meses seguintes, como fazemos no serviço de conteúdo e blog.
Definido o termo, ele precisa aparecer nos lugares que o Google lê com mais atenção - sempre de forma natural:
Repetir o termo dezenas de vezes (a velha prática de keyword stuffing) não funciona há mais de uma década e hoje prejudica. O algoritmo entende sinônimos, contexto e temas relacionados. Escreva para pessoas, com estrutura clara: o restante é consequência. O checklist completo está em SEO on-page.
Comportamento de busca muda. Novos concorrentes entram, termos ganham e perdem volume, e o Search Console revela buscas que você não previu. Uma revisão trimestral do mapa de palavras-chave é suficiente para manter a estratégia alinhada com a realidade.
É o termo ou expressão que uma pessoa digita na busca e para o qual você deseja que a sua página apareça. Cada página do site deve ter uma palavra-chave principal e um conjunto de variações relacionadas.
Uma principal e um conjunto de variações e termos relacionados usados naturalmente ao longo do texto. Tentar ranquear a mesma página para termos com intenções diferentes reduz a relevância para todos eles.
São termos mais longos e específicos, geralmente com três ou mais palavras, que têm menor volume de busca, menor concorrência e maior taxa de conversão, porque a intenção de quem busca está muito mais clara.
Não para começar. Google Search Console, autocompletar, buscas relacionadas, o bloco de perguntas e o Google Trends cobrem bem as primeiras etapas. Ferramentas pagas ajudam em escala, análise de concorrência e estimativas de volume.
É quando duas ou mais páginas do mesmo site competem pelo mesmo termo. O Google fica em dúvida sobre qual exibir, os sinais se dividem e ambas ranqueiam pior. A solução costuma ser consolidar o conteúdo em uma única página e redirecionar as demais.
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