Acesso dos robôs de IA 20%
Se o OAI-SearchBot, o PerplexityBot, o ClaudeBot e o Googlebot conseguem baixar a página. É eliminatório: sem acesso, o resto não importa. Testamos ao vivo, com o User-Agent de cada um.
GEO é a otimização para a busca com inteligência artificial. Esta ferramenta faz 121 verificações e responde a uma pergunta só: quando alguém pergunta ao ChatGPT, ao Gemini, ao Perplexity ou ao Copilot sobre o que você faz, a resposta pode citar o seu site? Testamos ao vivo, com o User-Agent de cada robô, e mostramos os trechos que uma IA recortaria da sua página hoje.
Buscamos a sua página quatro vezes, uma com o User-Agent de cada robô de IA, e comparamos o que eles recebem com o que um navegador recebe. Também lemos o robots.txt, o sitemap.xml, o llms.txt e o llms-full.txt do seu domínio.
Os problemas que mais pesam na chance de o seu site ser citado por uma IA, em ordem.
Buscamos a sua página quatro vezes, cada uma apresentando o User-Agent de um robô, e comparamos com o que um navegador recebe. É o que revela bloqueio de firewall e proteção anti-robô, que o robots.txt nunca mostra.
Um robô que recebe menos conteúdo que o navegador costuma estar batendo em desafio de JavaScript do Cloudflare ou em versão reduzida da página.
A decisão que cada robô toma ao ler o seu robots.txt, calculada pela mesma regra do Google: grupo de nome exato ignora o curinga, a regra mais longa vence e o empate favorece o Allow.
Bloquear estes é uma decisão legítima de direitos autorais, e não derruba a sua nota nas outras frentes.
Um modelo generativo não resume a página inteira: ele procura o par pergunta e resposta e recorta o trecho que responde. Abaixo está o que ele encontraria aqui, com o seu próprio texto.
Cada pergunta respondida é uma busca diferente em que você pode ser recuperado. A resposta ideal tem de 15 a 120 palavras: menos que isso não afirma nada, mais que isso é cortada no meio.
São as perguntas que uma pessoa faz a uma IA antes de escolher um fornecedor. Cada uma que a sua página não responde é uma resposta entregue ao site de outro.
Para escrever "segundo a sua empresa", o modelo precisa ligar o texto a uma entidade que ele reconhece. Isto é o que ele consegue extrair hoje.
Rastreando as páginas do site.
Procurando páginas…
"Perguntas" é quantos subtítulos da página estão escritos como pergunta. "Citáveis" é quantos deles têm resposta no tamanho que uma IA consegue recortar.
Cada correção cruzada com o trabalho que dá. Comece pelo primeiro grupo: é onde o esforço vira resultado mais rápido.
Este relatório mostra o que precisa mudar. Se preferir não mexer no site, a SEO Upsite executa o plano inteiro e acompanha o resultado mês a mês.
Falar no WhatsAppSEO responde se a sua página aparece na lista de resultados. GEO responde se ela é usada quando a busca termina numa resposta escrita por uma inteligência artificial, dentro do ChatGPT, do Gemini, do Perplexity ou do Copilot. Nessa resposta não existe primeira posição: existe ser citado ou não existir.
São três condições encadeadas, e esta ferramenta mede as três. Primeiro, o robô precisa chegar à sua página: robots.txt liberado, servidor respondendo, firewall sem bloquear o User-Agent dele. Depois, precisa ler: o conteúdo tem que vir pronto no HTML, porque a maioria desses robôs não executa JavaScript como o Googlebot executa. Por último, o que ele lê precisa ser citável: uma pergunta explícita, uma resposta objetiva logo abaixo, um dado com fonte e uma marca com nome próprio a quem atribuir a informação.
É comum um site bem posicionado no Google reprovar em GEO. Ele passa nas duas primeiras condições e falha na terceira: o texto é bom de ler e péssimo de recortar. Também é comum o contrário, um site simples e direto ser citado com frequência. O que decide não é o tamanho da empresa.
Cada uma tem um peso na nota final, proporcional ao quanto ela decide a citação.
Se o OAI-SearchBot, o PerplexityBot, o ClaudeBot e o Googlebot conseguem baixar a página. É eliminatório: sem acesso, o resto não importa. Testamos ao vivo, com o User-Agent de cada um.
Se o conteúdo vem pronto no HTML entregue pelo servidor. Site que monta o texto no navegador chega ao ChatGPT como uma página em branco.
Se existe pergunta explícita com resposta objetiva abaixo, no tamanho que cabe inteiro numa citação. É o formato que mais aparece nas respostas geradas.
Se o modelo consegue dizer quem respondeu. Schema da organização, perfis oficiais ligados por sameAs e o nome escrito no texto, sempre igual.
Autor com credencial, data de revisão, número com fonte e experiência de primeira mão. É o que faz um modelo preferir a sua página à de outro que diz a mesma coisa.
O JSON-LD que descreve a página em linguagem de máquina. "Quanto custa" é respondido a partir do campo de preço de quem o declarou.
llms.txt, sitemap, canonical e feed: o mapa que o robô usa para achar o resto do site depois de cair numa página só.
Quantas perguntas reais a página responde, quanta informação própria ela tem e para quem ela manda o leitor hoje.
Não, e essa é uma escolha deliberada. Uma resposta de IA muda a cada consulta e a cada usuário: perguntar uma vez e apresentar o resultado como medição seria um número sem valor. O que medimos é o que é verificável e reprodutível: se os robôs conseguem ler o seu site, o que eles encontram lá e se aquilo tem forma de resposta. São as causas que você controla, e não um retrato instantâneo do efeito.
Buscamos a mesma página quatro vezes, cada uma apresentando o User-Agent oficial de um robô: OAI-SearchBot, PerplexityBot, ClaudeBot e Googlebot. Depois comparamos o código de resposta e o tamanho do conteúdo com o que um navegador recebe. Quando um robô leva 403, não recebe resposta ou recebe menos da metade do HTML, o bloqueio não está no robots.txt: está no firewall da hospedagem ou na proteção anti-robô do Cloudflare. É o problema mais comum e o mais invisível.
Depende de qual robô. Os de treino, como GPTBot e CCBot, coletam texto para treinar modelos, e bloqueá-los é uma decisão legítima de direitos autorais. Os de busca, como OAI-SearchBot e PerplexityBot, alimentam a resposta que o usuário lê naquele momento: bloqueá-los não protege nada, porque a pergunta vai ser respondida de qualquer jeito, com a fonte de outro site. Por isso a ferramenta separa as duas famílias e só penaliza o bloqueio dos robôs de busca.
É, se ele monta o conteúdo no navegador. O Googlebot renderiza JavaScript, com atraso, e por isso um site assim acaba indexado. A maior parte dos robôs de busca com IA não renderiza: baixa o HTML e lê o que veio nele. Se o seu HTML entrega um contêiner vazio, para eles a página não tem conteúdo. A correção é renderização no servidor ou geração estática, que todos os frameworks modernos oferecem.
É um arquivo em Markdown na raiz do site que apresenta o seu negócio aos modelos de linguagem, no mesmo espírito do robots.txt para buscadores: um H1 com o nome do site, uma linha de resumo e listas de links comentados para as páginas que importam. Ele não substitui bom conteúdo, mas resolve o problema do robô que chega por uma página só e não sabe o que mais existe ali. Temos uma ferramenta gratuita que gera o llms.txt a partir do seu site.
A auditoria de SEO cobre o site inteiro do ponto de vista da busca clássica: indexação, velocidade, links, imagens, acessibilidade, e inclui um bloco de GEO entre as onze categorias. Esta aqui faz o caminho inverso: pega só a busca com IA e a abre em oito frentes e 121 verificações, com o teste ao vivo dos robôs e a análise dos trechos citáveis, que a outra não faz. As duas se complementam, e o ideal é rodar as duas.
Depende do que foi corrigido. Desbloquear um robô no robots.txt ou no firewall tem efeito assim que ele voltar a passar, o que costuma levar de dias a poucas semanas. Reescrever o conteúdo em formato de pergunta e resposta demora mais, porque depende de o robô recoletar as páginas e de o modelo passar a recuperá-las. O que não muda sozinho é o que a ferramenta aponta como crítico: enquanto o robô não lê a página, nenhum outro ajuste produz efeito.